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EPS é usado no fechamento de tubulações presentes em sacadas

19/08/2019

Instaladas de forma fácil e limpa, placas de poliestireno expandido foram empregadas pela construtora Souza Anselmo nas sacadas do Residencial Jardim das Flores. Conheça o case

Hosana Pedroso

EPS é usado no fechamento de tubulações presentes em sacadas Fotos: Divulgação / Grupo Isorecort

As obras do Residencial Jardim das Flores, em Suzano (SP), estavam em andamento quando os responsáveis pelo projeto decidiram utilizar o poliestireno expandido (EPS). Técnicos do Grupo Isorecort estiveram no canteiro para sugerir o uso dos shafts de EPS no fechamento da rede hidráulica em banheiros e cozinhas. Porém, com a construção em etapa avançada, essas estruturas haviam sido executadas da maneira tradicional em alvenaria.

A solução, contudo, não foi descartada e atendeu a outra necessidade dos apartamentos. “As sacadas gourmet, em ambos os cantos, têm prumadas de tubulações para transporte da água pluvial e águas cinzas vindas da pia. Precisávamos de um material para fechar essas laterais e, depois da visita do Grupo Isorecort, surgiu a ideia de adotar o poliestireno expandido”, conta Luan Bortolette, engenheiro da construtora Souza Anselmo, responsável pela obra.

"As sacadas gourmet têm prumadas de tubulações para transporte da água pluvial e águas cinzas vindas da pia. Precisávamos de um material para fechar essas laterais e, depois da visita do Grupo Isorecort, surgiu a ideia de adotar o poliestireno expandido", Luan Bortolette
 

Esta foi a primeira vez que a construtora utilizou as placas de EPS em seus projetos, e o resultado está sendo positivo. “Optamos pela solução depois da demonstração feita no canteiro, que revelou uma execução bastante rápida e limpa”, destaca Bortolette, lembrando que em empreendimentos anteriores esse fechamento foi feito com massa e requadração. “Algo que tomava muito tempo e demandava custos maiores, decorrentes de alguns retrabalhos”, diz.

Devido à sua leveza, o poliestireno expandido não representou cargas adicionais à estrutura da edificação, mesmo se tratando de material inicialmente ausente no projeto. “Isso é importante, ainda mais se considerarmos que, geralmente, as sacadas são em balanço”, afirma o engenheiro. Outra vantagem que a solução proporciona é facilitar o futuro acesso às tubulações caso exista a necessidade de alguma manutenção.

Instalação
 

As placas de EPS chegaram prontas no canteiro. Ou seja, os cortes e furações para passagem das tubulações já haviam sido feitos na fábrica. “O material veio preparado para cantos de 45° e com as medidas certas, facilitando bastante a execução”, comenta Bortolette. O processo de instalação exigiu somente que as peças fossem encaixadas umas nas outras. “Um procedimento bastante limpo”, complementa.

De acordo com o engenheiro, a etapa mais trabalhosa de toda a execução foi a preparação da argamassa usada no assentamento, do tipo AC2. As placas receberão o mesmo tipo de acabamento que será aplicado na fachada do empreendimento: emboço, selador e textura. “Como as peças já têm revestimento cimentício, possuem boa aderência e resistência. Não é um material que deforma conforme se imprime algum peso”, fala.
 

A relação com o Grupo ISORECORT

De acordo com Bortolette, a relação entre a equipe de engenharia e o Grupo Isorecort foi muito boa. “Representantes da empresa estavam sempre no canteiro para tirar dúvidas ou realizar medições para confecção das placas. O prazo de entrega foi dentro do previsto e o material chegou bem embalado e especificado”, enumera. Os resultados foram tão positivos que a construtora já considera empregar a solução em obras futuras.

“Inclusive, estamos considerando aproveitar outros materiais de EPS, como as molduras decorativas para fachadas. Quando esses elementos são executados em concreto, causam sobrepeso bastante grande, principalmente para a alvenaria estrutural. Algo que não acontecerá com o poliestireno expandido”, conta o engenheiro, comentando que, inicialmente, existiram algumas dúvidas sobre o desempenho do material em altura.

"Estamos considerando aproveitar outros materiais de EPS, como as molduras decorativas para fachadas. Quando esses elementos são executados em concreto, causam sobrepeso bastante grande, principalmente para a alvenaria estrutural", Luan Bortolette
 

“Isso por causa de variáveis, como o contravento. Porém, o Grupo Isorecort nos apresentou solução que envolve o uso dos painéis monolíticos. Nossos calculistas estão estudando com a equipe técnica da empresa para desenvolver essa solução mista e a utilizarmos em novas construções”, conta Bortolette.


O empreendimento
 

Executado pela construtora Souza Anselmo, o Residencial Jardim das Flores tem a TVJ como incorporadora. O empreendimento, que ocupa área construída de cerca de 5 mil m2, contará com 78 apartamentos divididos em 10 pavimentos, sendo que todas as unidades têm dois dormitórios (uma suíte). No condomínio haverá área de lazer com salão de jogos, academia, piscina e churrasqueira.

As obras começaram em abril de 2018 e, atualmente, os trabalhos estão na etapa de acabamento. A previsão de conclusão é entre os próximos meses de dezembro e janeiro, com a entrega para os moradores acontecendo em meados de maio de 2020.

Para conhecer mais sobre o Grupo Isorecort, acesse o site www.isorecort.com.br

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