Abiquim 50 anos

Notícias

EPS favoreceu ampliação de universidade sem interromper seu funcionamento

01/07/2019

O poliestireno expandido (EPS) foi empregado como elemento inerte nas lajes nervuradas de dois novos pavimentos da UniToledo, em Araçatuba (SP). A logística de entregas precisas do Grupo Isorecort foi fundamental para a obra

Hosana Pedroso

EPS favoreceu ampliação de universidade sem interromper seu funcionamento A obra foi executada entre maio de 2018 e abril de 2019 (foto: divulgação/Grupo Isorecort)

O projeto original do Centro Universitário Toledo (UniToledo), em Araçatuba, interior de São Paulo, datado do início da década de 2000, previa a execução da obra por etapas. Assim, o Bloco 3 funcionou, por alguns anos, no térreo e primeiro andar. Agora, acaba de receber os últimos dois pavimentos, para abrigar 14 novas salas de aula.

A Conscape Construções e Engenharia venceu o desafio de executar a obra, entre maio de 2018 e abril de 2019, com todos os prédios da universidade em plena atividade. O trabalho foi facilitado com o uso de blocos de poliestireno expandido (EPS) no enchimento das duas lajes nervuradas, num total de 1776 m². Outra dificuldade, a falta de espaço no canteiro para armazenamento do material, foi superada graças à pontualidade do Grupo Isorecort nas entregas programadas dos blocos de EPS.

obra-laje“Nesse ambiente universitário bastante movimentado, tivemos que adotar vários cuidados. Estabelecemos, inclusive, horários e procedimentos especiais visando a segurança dos alunos e a limpeza da obra e do entorno”, diz o engenheiro Alexandre Velludo Pereira da Silva, que atua na Conscape desde o orçamento e planejamento até o controle e gerenciamento de obras.

Entre as providências, ele destaca a divisão em duas etapas da concretagem de cada laje, para evitar que a atividade se estendesse além das 19 horas – nesse bloco, há apenas aulas noturnas. “Se fôssemos concretar a área da laje de uma única vez – o equivalente a 180 m³ de concreto – haveria o risco de atrasos, o que poderia nos levar noite adentro. Optamos por executar metade de cada laje até às 14 horas, restando tempo para fazer a limpeza e deixar o local preparado para os estudantes”, conta Velludo, acrescentando que o planejamento foi estabelecido desde o momento do orçamento da obra.

"Nesse ambiente universitário bastante movimentado, tivemos que adotar vários cuidados. Estabelecemos, inclusive, horários e procedimentos especiais visando a segurança dos alunos e a limpeza da obra e do entorno", Alexandre Velludo Pereira da Silva

 

EPS, material inerte
 

obra-em-universidade-com-eps (foto: divulgação/Grupo Isorecort)

O projeto estrutural, de autoria da engenheira Gisele Sartori, da Sartori Projetos Estruturais, especificou o uso do poliestireno expandido para o enchimento das lajes. Coube à construtora identificar no mercado um fornecedor que conseguisse conciliar bom preço com entregas programadas. “O ritmo da obra durante a fase de execução das estruturas foi intenso, portanto, um atraso na entrega do EPS comprometeria todo o cronograma”, comenta Velludo. E como não havia espaço no canteiro para armazenar o grande volume de EPS, as entregas deveriam ser feitas em datas bem próximas à concretagem das lajes.

Contratado, o Grupo Isorecort forneceu 900 blocos de EPS, com volume estimado de 245 m³, na densidade 1F e medidas de 1360 x 500 x 400 mm. “O Grupo Isorecort se comprometeu com a logística e os prazos de entrega que estipulamos – avisávamos com uma semana de antecedência sobre a data da próxima remessa. Funcionou com precisão”, ressalta o engenheiro.

"O Grupo Isorecort se comprometeu com a logística e os prazos de entrega que estipulamos – avisávamos com uma semana de antecedência sobre a data da próxima remessa. Funcionou com precisão", Alexandre Velludo Pereira da Silva
 

A chegada dos blocos ocorreu cerca de três dias antes de cada uma das quatro fases de concretagem das lajes. Por sua leveza, o EPS foi facilmente içado para o 2º e o 3º pavimentos através de sistema de cordas, dispensando equipamento. “O elemento cerâmico, por exemplo, exige o transporte por grua, o que tornaria a operação mais lenta”, comenta Velludo. Assim que subiam, os blocos eram posicionados ao longo do dia e, em seguida, recebiam a instalação elétrica – tubulação e caixinhas. Depois, a equipe corria a malha metálica sobre a mesa da laje nervurada, finalizada com a execução da concretagem.

obra-em aracatuba (foto: divulgação/Grupo Isorecort)

Para realizar os cortes dos blocos de EPS para passagem do material elétrico e eventuais ajustes necessários para acomodação do material nos vãos, a Conscape desenvolveu um elemento cortante à semelhança de uma espada, acionada por resistência elétrica. “Com esse instrumento, os cortes ficaram perfeitos e evitamos resíduos de material inerte nas nervuras da laje”, conta. Para complementar os cuidados, logo pela manhã a equipe utilizava um soprador de folhas para eliminar qualquer grão que tivesse se soltado dos blocos no processo de corte.

Concluída a obra, Alexandre Velludo comenta que, pelas propriedades de leveza e fácil manuseio, o poliestireno expandido permitiu rapidez à execução das lajes. “O Grupo Isorecort contribuiu com sua logística precisa e bom atendimento”, finaliza.

Para conhecer mais sobre o Grupo Isorecort, acesse o site www.isorecort.com.br

Ver todas